quarta-feira, 10 de outubro de 2012

PROGEPE/PROTEPE na reta final

        Faltam apenas 3 módulos para se encerrar a Formação promovida pela Rede Estadual de Pernambuco, aberta a todos os funcionários efetivos (professores, gestores, educadores de apoio, secretários, técnicos) que quisessem atualizar seus conhecimentos e/ou concorrer à função de diretor e diretor adjunto. Eram 12 módulos, distribuídos aos sábados, destes  9 já foram vistos. 
             Foram momentos muito ricos de novos aprendizados, revisitação de outros e o mais importante para a mim foram as trocas de experiências das quais muito aprendemos, tanto nos momentos presenciais como através dos fóruns virtuais. Quem realmente soube aproveitar ganhou muito em aprendizado. Dia 27/10 estaremos encerrando com uma bela Festa Temática Estilo anos 60. Afinal de contas nós também somos filhos de Deus e merecemos um momento de lazer. O meu muito obrigado à Equipe da GRE-Floresta que se desdobrou para oferecer o melhor em relação à logística e a toda a Equipe da Escola Maria Cavalcanti, especialmente minha coleguinha  Maria Aparecida Freire Ferraz Martins de Carvalho, por  nos ceder o espaço.
Marinalva da Silva de Souza -Educadora de Apoio da Escola Icó-Mandantes

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Produção de Vídeo

RELATO
Infelizmente não fiz um vídeo de nenhuma atividade realizada, pois não estando em sala de aula (visto que estou na Coordenação Pedagógica) fica um tanto difícil, pois estaria realizando a atividade apenas para constar. Entretanto, utilizei o material da 1ª unidade com os professores nos momentos de estudo semanal. Usei os textos: A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento de Juan Ignacio Pozo (pág. 60-63) e a Entrevista com Antonio Nóvoa – Matrizes Curriculares (pág. 64-69), os quais renderam reflexões riquíssimas, que poderiam ser utilizadas para o vídeo, mas quando fiz esta experiência nem tinha ideia de que faríamos esta atividade com vídeo, mesmo porque foi logo que recebi o material que lendo descobri a riqueza dos textos e percebi que poderiam ser utilizados para este fim.
         No momento do estudo aproveitei também para falar do curso que estava participando e das contribuições que ele iria trazer para nosso fazer pedagógico.  

Da teoria à Prática - Atividade 4 - Unidade 2


Da teoria à Prática

            A minha prática pedagógica desenvolvida na escola em que trabalho não é diretamente com o estudante, pois no momento atuo como Coordenadora Pedagógica, entretanto tenho contato direto com os professores e posso descrever um pouco de como eles desenvolvem sua prática junto ao estudante.
            Os docentes na sua maioria mantêm uma prática dialógica com o estudante, pois permitem aos mesmos se colocarem no momento do desenvolvimento da aula, dando a estes a oportunidade de fazerem perguntar e tirarem suas dúvidas. Os professores reclamam que gostariam que seus alunos fossem mais curiosos, pois acreditam que a curiosidade instiga a aprendizagem.
            As estratégias mais utilizadas são aquelas que remetem os alunos a produzirem, a criarem. Acho muito interessante quando a professora de Língua Portuguesa faz um trabalho com a leitura de livros que depois são apresentados à turma em usando diversos gêneros textuais, isso enriquece a todos, pois além de conhecerem a obra podem também estar em contato com a diversidade textual existente. Outros já fazem uso da tecnologia, com vídeos e slides; claro que isso ainda não é uma prática de todos, mas já temos muitos professores que entendem que precisam fazer uso da tecnologia que está tão presente na vida dos nossos estudantes.
            Penso e tenho incentivado a todos os docentes a se apropriarem das tecnologias presentes na escola como uma forma de tornar suas aulas mais atrativas e inovadoras, entretanto me entristeço por ainda ver alguns professores resistentes a tal ferramenta, não compreendendo que a tecnologia está aí e não podemos fugir delas, mas sim aproveitá-la para nos fazer mais perto dos nossos jovens que nasceram na era tecnológica. 

PLANO DE AULA - Atividade 2.3 - Planejando uma atividade


HIPERTEXTO

O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a ideia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto é um sistema de representação de informação, que fornece a uma network semântica não linear múltiplos caminhos, e agora múltiplas experiências da informação. Assim, para implementar o hipertexto, é crucial dispor de um layout navegacional. Relacionado com este está o grau de controle que o autor dá ao leitor sobre a informação, e a integração da informação na Rede como um todo.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, consequentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.
Foi no campo da informática que surgiu o hipertexto, pela necessidade de tornar o computador cada vez mais interativo. Mas o hipertexto não precisa ser interativo e sim “explorativo”.  Pois, o hipertexto se bem explorado pelo leitor poderá levá-lo a descobertas extraordinárias, descobertas estas que muitas vezes não imaginávamos que a partir daquela temática poderíamos chegar a este conhecimento. Por isso é imprescindível que ao navegarmos num hipertextos tenhamos a paciência de ler todos os seus liks, que pode ser palavras sublinhadas, ícones piscando e muitos outros atrativos que nos levam a clicar com o mouse e abrir diversas janelas, pois pode ser justamente aí que poderemos nos aprofundar no assunto desejado.
O hipertexto não está presente apenas no campo da informática, mas encontra-se também nos livros de formatos convencionais, onde os autores buscam facilitar a compreensão de cada capítulo na sua individualidade, sem que perca a essência que compõe o todo, a ideia central do autor. Hoje é muito comum encontrarmos livros organizados por um autor e escritos por vários. Estes livros não lineares são exemplos de hipertextos.
O hipertexto permite ao leitor decidir o rumo a seguir na sua viagem pela leitura, tornando o tempo e o espaço, em relação à construção textual, flexível.

domingo, 19 de agosto de 2012

TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO: Ensinando e Aprendendo com as TIC

Atividade 2.1: Experiência em navegar livremente


   Nesta atividade fomos convidados a navegar livremente pelo google por uns 10 minutos, sem direção apenas nos deixando levar pelos links a partir de assuntos do nosso interesse; em seguida deveríamos acessar o site do Portal do Professor. No momento em que acessei livremente fui a lugares distantes, que depois quase nem me lembrava sobre o que mesmo eu estava  buscando, porém quando acessei o Portal do Professor me senti mais em casa, tendo em vista que já conhecia este portal, e até já havia indicado para os professores da escola que trabalho como uma ferramenta para apoio. Para fazer esta divulgação  lancei mão de um DVD da TV Escola que explica passo a passo como navegar pelo site, o que encontraremos e de que forma podemos aproveitá-lo. Entretanto, ainda me perco muito, pois são muitos links que se não prestarmos muita atenção corremos o risco de nos perder. Quando isso acontece, fecho tudo e começo tudo de novo. Perco muito tempo, mas quando não somos práticos com a tecnologia "tomamos estas surras", mas tudo é um aprendizado e depende muito da nossa força de vontade em querermos nos apropriar de tais conhecimentos.